

A taxa de desocupação do trimestre móvel encerrado em agosto foi de 5,4% da força de trabalho, segundo dados da PNAD Contínua, do IBGE. O resultado representa reduções de 0,3 ponto percentual (p.p.) em relação ao trimestre encerrado em maio (5,6%) e de 0,3 p.p. na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (5,6%). O rendimento médio real alcançou R$ 3.777, mantendo-se estável no trimestre e registrando crescimento de 3,7% na comparação anual. Já a massa de rendimento real, estimada em R$ 385,6 bilhões, registrando crescimento de 1,4% no trimestre e de 4,8% no ano (mais R$ 17,1 bilhões).
Em % da força de trabalho

Fonte: Pnad-C Mensal – IBGE. Elaboração DTec/CNA.
O Brasil criou 165.827 postos de trabalho formais em agosto de 2026, de acordo com dados do Novo Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego. Todos os grupamentos de atividade registraram saldo positivo, destacando os Serviços (+110.346 vagas), seguido pela Construção (+20.848), Indústria (+16.613), Comércio (+16.565) e Agropecuária (+1.452).
Considerando o setor agropecuário e a distribuição regional, apenas Nordeste (+9.345) e Norte (+838) registraram saldo positivo, enquanto as demais regiões apresentaram saldos negativos: Sudeste (-6.310), Centro-Oeste (-2.381) e Sul (-340).

Fonte: Novo Caged – MTE. Elaboração DTec/CNA.

O indicador de preços do Cepea/Esalq para o açúcar cristal em São Paulo fechou setembro com média de R$ 118,98 por saca de 50 kg, valor 17,7% acima da média de agosto e 0,3% acima do mesmo período de 2025. O etanol hidratado inicia o mês a R$ 2,52/L e o anidro a R$ 2,90/L, valores 14,5% e 17,1% acima do mês anterior; e 8,8% e 9,4% inferiores ao mesmo período do ciclo passado, respectivamente.
R$ 2,52/L – alta em relação a agosto
R$ 2,90/L – alta em relação a agosto
Etanol vantajoso em 11 estados + DF
O último levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) demonstrou que a paridade nacional do etanol em relação à gasolina é de 62,6%, sendo economicamente mais vantajoso em 11 estados + Distrito Federal (AC, BA, GO, MG, MT, MS, PA, PR, RO, SC e SP). Vale ressaltar que o etanol pode ser mais competitivo mesmo com paridade superior a 70%, a depender do veículo utilizado.
O mercado de soja encerrou a semana com recuo nos preços. A menor oferta e a resistência dos produtores em negociar grandes volumes deram suporte às cotações no mercado interno. Preocupações com o clima e os possíveis impactos do El Niño sobre a safra 2026/2027, além da valorização do dólar, também sustentaram os preços.
Indicador Cepea/ESALQ Paraná – queda de 0,49% na semana
Em Paranaguá, o Indicador Esalq/B3 recuou de R$ 161,84 para R$ 160,90/sc (-0,58%). Em Chicago, o contrato novembro caiu de US$ 13,1750 para US$ 12,84 por bushel (-2,54%).
Compradores e vendedores mantiveram postura cautelosa. Produtores limitaram a oferta no mercado spot, atentos à semeadura e aos possíveis impactos do El Niño, enquanto consumidores realizaram compras pontuais.
Indicador Esalq/B3 – recuo de 1,76% na semana
Em Chicago, o contrato dezembro passou de US$ 5,2750 para US$ 5,0225 por bushel (-4,79%), pressionado pelo relatório trimestral de estoques do USDA.
US$ 381,26/saca
R$ 1.577,42 no mercado interno
US$ 3.445/ton
R$ 972,44 internamente – leve alta
Tempo seco e seca prolongada
Ameaça à safra brasileira de robusta
O mercado de café equilibra a entrada da nova safra do Vietnã com o clima nas regiões produtoras. Embora o início da colheita vietnamita aumente a oferta de grãos no curto prazo, a apreensão em relação ao tempo seco e à seca prolongada acendeu o alerta no setor, ameaçando reduzir o potencial produtivo da próxima safra brasileira de robusta e sustentando a cautela do mercado.
As altas temperaturas e a intensa radiação solar têm provocado queimaduras nos frutos, redução de tamanho e maturação precoce. Embora a oferta hídrica do Rio São Francisco permaneça estável, há perspectivas de que o fenômeno possa afetar a disponibilidade hídrica da região.
O excesso de chuva prejudicou o pegamento das floradas, atrasou o calendário de colheita e aumentou os riscos de antracnose, o que deve limitar o volume da safra paulista enquanto o Semiárido segue sob a expectativa de clima quente e seco nos próximos meses.
El Niño eleva custos de produção e afeta qualidade dos pomares no Nordeste e no Sudeste
Altas temperaturas provocam queimaduras nos frutos, redução de tamanho e maturação precoce no Semiárido
Excesso de chuva prejudicou o pegamento das floradas e aumentou riscos de antracnose no estado de São Paulo
Precipitações de fim de setembro beneficiaram o ciclo
Risco elevado com umidade alta
Alerta para pegamento da florada
As precipitações do fim de setembro em polos citrícolas paulistas como Cordeirópolis, Araraquara e Avaré favoreceram o desenvolvimento da safra 2026/2027, embora a umidade elevada tenha aumentado o risco de doenças como greening, leprose e cancro cítrico, ameaçando a qualidade da fruta.
Embora a alta das temperaturas na reta final do mês tenha acendido o alerta quanto ao pegamento da florada do ciclo 2027/2028, a previsão de novos volumes de chuva no início de outubro deve aliviar o estresse térmico dos pomares e consolidar o cenário majoritariamente positivo para a citricultura no estado de São Paulo.

O Indicador do boi gordo Cepea registrou alta de 2,1% nesta semana, fechando em R$ 366,50/@ em São Paulo no dia 1/10. No acumulado de setembro, a valorização foi de 5,8%.
Apesar da queda nos embarques de carne bovina para a China e União Europeia, a demanda interna firme e o crescimento das exportações para outros destinos, somados à menor oferta de animais para abate (entressafra), seguem ditando o rumo do mercado.
Indicador Cepea SP | +2,1% na semana | +5,8% em setembro
Mercado atacadista | +3,3% no acumulado do mês
Maior procura sazonal por animais para abate e proximidade com o final de ano aquecendo a demanda
Referência para o suinocultor independente subiu 5,6% nesta semana
R$ 5,84/kg vivo em 1/10 (Cepea)
Alta de 3,6% nesta semana nas indústrias
R$ 8,50/kg – acima da carne de frango
Apesar da reação nos preços nas últimas semanas, o preço pago ao produtor está 34,2% abaixo na comparação com o mesmo período do ano passado.
Para os ovos, a lata foi de 0,2% no período, com a caixa com 30 dúzias de ovos brancos cotada a R$ 124,07 no mercado atacadista na região de Bastos (SP).
Caixa 30 dúzias – Bastos/SP (Cepea) | +0,2% semanal
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, no dia 30 de setembro, os dados da Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM) referentes a 2025.
Bovinos
234,25 milhões de cabeças | -1,7% ante 2024
2º ano consecutivo de queda – abates recordes: 42,95 mi de cabeças em 2025
Suínos
43,99 milhões de cabeças | +0,5% em 2025
Crescimento anual no rebanho total
Galináceos
1,61 bilhão de aves | +1,6% em 2025
Crescimento do efetivo nacional
Maior volume da série histórica – 2025
+980 milhões de litros ante 2024
A Pesquisa Pecuária Municipal foi divulgada pelo IBGE na última quarta-feira, 30, e apontou o maior volume em toda série histórica, de 36,6 bilhões de litros, alta de 2,7% ante 2024.
Minas Gerais | +2,9%
Paraná | +3,9%
Rio Grande do Sul | +5,2%
O grau de formalização atingiu também o maior percentual de toda a série histórica, de 75,2%, indicando a migração do mercado informal para o serviço de inspeção em todo o país.
Cabeças em 2025 – queda de 2,7% na média nacional
12,2 litros/cabeça/dia (lactação de 205 dias)
Os dados do IBGE indicam que o total de vacas ordenhadas pelo país caiu 2,7% na média nacional, alcançando 14,6 milhões de cabeças. Tendo em vista o aumento no volume captado, verifica-se aumento de 6% na produtividade média nacional.
Média de ~21 litros/dia nos três estados
Média de 16,5 litros/cabeça
Média de 16,2 litros/cabeça
Cepea – maiores cotações de 2026
Média 2026 ainda abaixo do mesmo período de 2025
O valor do leite ao produtor alcançou R$ 2,8869, alta mensal de 2,5%, refletindo o cenário de entressafra na maior parte do Brasil, conforme dados do Cepea. A cifra representa as maiores cotações de 2026.
A relação do pecuarista com o milho se manteve relativamente estável (0,7%), demandando 23,2 litros para a aquisição de uma saca do cereal (60kg, Campinas).
Os Conselhos paritários dos produtores/indústrias de leite de Minas Gerais e Rio Grande do Sul acompanharam a tendência verificada em Santa Catarina e no Paraná.
Para os próximos meses, o cenário é de pressão nas cotações, tanto pelo aumento na oferta sazonal do campo, quanto pelo mercado de derivados em retração.
Rejeita emendas e mantém entraves à renegociação de dívidas rurais
O deputado Paulo Pimenta (PT/RS) apresentou, na segunda-feira (29), o relatório da Medida Provisória nº 1.376/2026, que trata da renegociação das dívidas rurais, rejeitando emendas consideradas essenciais pelas Federações da Agricultura e pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e mantendo entraves relativos a juros, prazos, limites, comprovação de perdas, garantias bancárias e funcionamento do fundo garantidor.
Cerca de R$ 5,27 bilhões em pouco mais de 43 mil operações, diante de um estoque de dívidas rurais superior a R$ 100 bilhões
Mais de 14 mil imóveis rurais foram levados a leilão em 2025, em cenário de avanço da inadimplência e das recuperações judiciais
CNA atua com a FPA e com parlamentares para recuperar os aperfeiçoamentos necessários antes da votação em plenário, incluindo a contagem do prazo de contratação a partir da publicação da lei e a ampliação da janela de parcelas de investimento
Ficaram fora do parecer o saldo de investimentos com vencimento após 2026, as parcelas do Fundo Social, a CPR inadimplente com juros controlados e as dívidas com cerealistas.
Novas regras do Seguro Rural: o que muda para o produtor?
Novo marco regulatório amplia previsibilidade e fortalece gestão de riscos no campo
CNA debate temas relacionados ao agro e apresenta JoIA
CNA participa de agenda internacional na Suíça
Mapa reconhece Sistema de Mitigação de Risco para exportação de cucurbitáceas em Goiás
Grupo de Trabalho sobre competitividade é criado no âmbito do SBCE
Brasil atinge 100% da cota de exportação de carne bovina para a China
CNA protocola estudos para avaliação de tarifas antidumping contra leite em pó
CNA discute novos modelos de relacionamento entre produtores e indústrias
CNA acompanha discussões técnicas da Conabio sobre espécies exóticas invasoras e campos naturais
Aquicultura em franco crescimento no Brasil
Equideocultura mantém presença em todo o território nacional e destaca impacto econômico no GAFFF
Produção de mel bate novo recorde
O que muda para o produtor? Estevão Damázio recebe Pedro Loyola, coordenador de Seguro e Crédito Rural da FGV Agro, para debater a Lei 15.526/2026, que criou o marco regulatório e ampliou a previsibilidade do seguro rural.
Fique por dentro, acompanhe o tema conosco.
A sanção da Lei nº 15.526/2026, originada do PL 2.951/2024, moderniza os marcos legais do seguro rural e fortalece os instrumentos de gestão de riscos no agronegócio brasileiro.
Regulamentação do Fundo de Catástrofe com recursos obrigatórios para a subvenção ao prêmio do seguro rural (PSR)
Criação de incentivos para produtores segurados no acesso ao crédito rural
Instituição de banco de dados nacional para aprimorar produtos securitários
A nova legislação busca ampliar a cobertura do seguro rural, reduzir a exposição do setor aos eventos climáticos extremos e aumentar a previsibilidade para produtores, seguradoras e agentes financeiros, em um cenário de crescente volatilidade climática e produtiva.
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, na quinta (1º) e na sexta-feira (2), em São Paulo (SP), do Global Agribusiness Festival.
Em uma série de painéis do evento, a CNA abordou temas como defensivos e fertilizantes, reforma tributária, equideocultura, comércio internacional, infraestrutura e logística e JoIA.
Processo de transição para cobrança da CBS e do IBS em 2027 e reforma do Imposto de Renda
Perda de competitividade devido aos problemas de escoamento da produção
Como adicionar valor às exportações do agro brasileiro.
A CNA também participou de discussões sobre os temas “Mercosul no Cenário Global: Estratégias para Manter a Competitividade e a Produtividade”, "Números do Cavalo Nacional: o impacto no PIB do Brasil" e fez uma apresentação sobre o "JoIA - Inteligência que nasce no campo".
A CNA participou de uma agenda internacional do café em Genebra e Montreux, na Suíça, com foco nos principais desafios da cadeia global e no comércio internacional. Representada pelo presidente da Comissão Nacional de Café, Ademar Pereira, a entidade participou da 142ª Sessão do Conselho Internacional do Café (CIC), de reuniões da Plataforma Global do Café e da Força-Tarefa Público-Privada do Café, além de debates sobre os impactos da legislação ambiental europeia (EUDR).
Durante os encontros, a CNA defendeu que a adaptação às novas exigências dos mercados considerasse as diferentes realidades dos produtores, conciliando sustentabilidade ambiental, econômica e social, remuneração adequada, acesso à tecnologia e maior equilíbrio na distribuição de valor ao longo da cadeia.
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), reconheceu o Sistema de Mitigação de Risco (SMR) para a praga Anastrepha grandis em cultivos de cucurbitáceas no município de Britânia, em Goiás.
Viabilizar a exportação de frutos frescos de cucurbitáceas para países com restrições quarentenárias relacionadas à praga
Município de Britânia, estado de Goiás
O Comitê Técnico Consultivo Permanente do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE) aprovou a criação de grupo de trabalho temporário que tem como pauta garantir a competitividade dos setores regulados no âmbito da Lei 15.042/2024.
Apesar do setor agropecuário não estar regulado, os efeitos da competitividade incidem nas cadeias produtivas, devendo, portanto, ser considerados. A CNA atuou para que as emissões do setor agropecuário fossem incluídas nas discussões.
O Ministério do Comércio da República Popular da China (MOFCOM) informou, no dia 30 de setembro, que o Brasil atingiu a cota de exportação de carne bovina para o país asiático, de 1,106 milhões de toneladas para 2026.
1,106 milhões de toneladas exportadas para a China em 2026
A partir de 01/10/26, +55% sobre volumes excedentes à cota
55% adicional + 12% já aplicado = 67% total sobre excedentes
A CNA protocolou, na última sexta-feira, os estudos de impacto econômico com equilíbrio parcial, necessários para avaliação de interesse público estabelecida pela Circular Secex nº 62/2026. A Câmara de Comércio Exterior aplicou as tarifas antidumping no final de maio, mas as suspendeu por receio de impactos inflacionários.
Avaliação dos elementos probatórios das demais partes e apresentação de novos argumentos até 26 de outubro
Departamento de Defesa Comercial emite nota técnica a ser encaminhada à Camex em até 20 dias
A CNA atua para comprovar a ausência de prejuízos aos indicadores inflacionários do país e garantir a devida aplicação das medidas de defesa comercial.
A Comissão Nacional de Pecuária de Leite da CNA esteve reunida com a alta cúpula de uma das principais indústrias lácteas do país na última quarta-feira, 30. A presidência foi recebida pelo CEO da Lactalis das Américas, Patrick Sauvageot, e do Brasil, Roosevelt Jr., além de diretores da empresa.
Foram discutidos temas estratégicos para o setor e novos modelos de relacionamento para gerar previsibilidade e investimentos no campo. Como encaminhamento, CNA e Lactalis avançarão na construção de iniciativas conjuntas voltadas à ampliação do acesso dos produtores a instrumentos de gestão de risco, assistência técnica e mecanismos que proporcionem maior previsibilidade à atividade.
Nesta semana foram realizadas reuniões no Painel de Especialistas sobre Espécies Exóticas Invasoras, que discutiu aspectos técnicos relacionados às espécies Acacia dealbata e Acacia melanoxylon, e a 5ª Reunião Ordinária do Grupo de Trabalho sobre Campos Naturais, o qual foi prorrogado por mais um ano de duração.
Discussão técnica sobre Acacia dealbata e Acacia melanoxylon no Painel de Especialistas
5ª Reunião Ordinária do GT – prorrogado por mais um ano de duração
Acompanha os debates com atenção aos critérios técnico-científicos, aos contextos produtivos e à necessidade de segurança jurídica e proporcionalidade
A produção de tilápia, tambaqui e camarão apresentaram crescimento em 2025, reforçando a expansão da aquicultura brasileira.
Tilapicultura
533,7 milhões de kg | +5% frente a 2024
Forte concentração nas regiões Sul e Sudeste
Tambaqui
124,5 milhões de kg | +3% em 2025
Concentrado na região Norte
Carcinicultura
172,4 milhões de kg | +18% – recorde da série histórica
Concentrado na região Nordeste
Os resultados da PPM evidenciam a expansão e a importância econômica dessas cadeias para a aquicultura nacional, com crescimento de novos polos produtivos em diferentes estados.
A equideocultura brasileira mantém ampla presença no território nacional, com 5,56 milhões de equinos em 2025, distribuídos entre as diferentes regiões e inseridos em atividades de trabalho, esporte, lazer, reprodução e apoio às atividades agropecuárias.
Nordeste – maior concentração regional
Sudeste
Centro-Oeste e Norte (cada)
Minas Gerais permaneceu como o estado com maior efetivo, com 721,4 mil animais. Em relação a 2024, o número de equinos apresentou redução de 2,5%.
A presidente da Comissão Nacional de Equideocultura da CNA, Cristiana Gutierrez, participou do GAFFF com apresentação sobre a relevância econômica e estratégica da equideocultura brasileira.
Presença em diferentes regiões do país com geração de renda, empregos e oportunidades no meio rural
Trabalho, esporte, lazer, reprodução e serviços – diversidade que abrange múltiplos segmentos econômicos
O setor se consolida como importante componente do agronegócio brasileiro, com impactos que ultrapassam a criação de animais
A produção brasileira de mel alcançou 71,3 milhões de kg em 2025, crescimento de 5% em relação ao ano anterior e maior volume da série histórica.
10,9 milhões de kg | +37% em 2025
Alta de 38% na produção estadual
Em 25 anos, produção nacional cresceu 226% desde 2000
O Sul e o Nordeste concentraram, juntos, 74% da produção nacional, com destaque para o Rio Grande do Sul, Paraná e Piauí.
Reunião do GT Reforma Tributária do IPA
Reunião da Comissão Especial de Recursos da Defesa Agropecuária (Cerda)
65ª Reunião Extraordinária do Plenário do CONAMA
Reunião de coordenação para a COP-17 da CDB
Reunião Planejamento Infralog - ACEBRA
63ª Reunião Extraordinária do CNRH
Reunião da Comissão de Defesa Agropecuária do IPA
Reunião das Câmaras Técnicas do Conselho Nacional de Fertilizantes e Nutrição de Plantas (Confert)
63ª Reunião Extraordinária do CNRH
Encontro das mulheres rurais – 64ª Festa do Boi, Parnamirim (RN)